PLAYPOST: 15 Sambas de Gente Bamba

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No próximo dia 02 de dezembro é comemorado o Dia Nacional do Samba ou Dia do Samba.

Este dia foi instituído como O Dia Nacional do Samba em homenagem a um dos maiores nomes da música brasileira e sambista de Minas Gerais, Ary Barroso, que no final da década de 30, compôs a música “Na Baixa do Sapateiro”, canção esta que expressava todo o seu amor pelo estado da Bahia.

Partido Alto, Pagode, Samba de Gafieira, Samba Rock e Samba Enredo. Seja qual for a sua variação, o ritmo musical encanta admiradores do mundo todo.

Pela região Oeste de São Paulo, Pirapora do Bom Jesus é o berço do samba paulista.

Escravos de outras regiões acompanhavam senhores que iam à cidade para buscar milagres ou pagar promessas. Começaram a surgir, nesta época, os encontros protagonizados por batuqueiros do interior de São Paulo. Isso porque, enquanto o senhorio prestava-se às atividades religiosas, os escravos se dedicavam aos batuques.

Com a abolição da escravatura em 1888, os ex-escravos e seus descendentes seguiram com as visitas à Pirapora do Bom Jesus quando havia as romarias.

A aglutinação cultural dos costumes e músicas praticados pelos escravos libertos quando estavam nos barracões – onde faziam apresentações das formas de samba desenvolvidas em suas respectivas cidades – embalou o nascimento do samba paulista. Negros que vinham de Campinas, Capivari, Piracicaba, Sorocaba, Tietê, assim como de outras cidades do interior, praticavam o Samba Lenço, o Samba de Umbigada, o Tambu, o Samba Campineiro, entre outros estilos.

O bumbo, ou zabumba, passou a ser um instrumento de destaque nestes encontros, o que fez com que as denominações dos sambas praticados nos barracões fossem sintetizadas na expressão Samba de Bumbo, ou Samba de Pirapora.

A presença cada vez mais marcante dos batuqueiros em Pirapora tornou o pequeno município – que possui pouco mais de 100 quilômetros quadrados – um legítimo reduto do samba paulista, a partir das décadas de 1910 e 1920, sendo que os romeiros que visitavam a cidade passaram a se dividir entre os batuques e as celebrações religiosas.

Confira abaixo 15 ziriguiduns dos bons

Originais Do Samba – Reunião de bacana

Adoniran Barbosa – Saudosa Maloca

Demônios da garoa – Trem das onze

Alcione – Não Deixe o Samba Morrer

Agepê – Moro Onde Não Mora Ninguém

Jovelina Perola Negra – Sorriso Aberto

Almir Guineto – Caxambú

Dona Ivone Lara – Alguém me Avisou

Bezerra da Silva – A Semente

Candeia – Partido Alto

Paulinho da Viola – Dança da Solidão

Cartola – Preciso Me Encontrar

Noriel Vilela – 16 Toneladas

Jorge Ben – O telefone

Branca Di Neve – Nego Dito

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